das flores que saem da carne
dos dedos a se procurar
inventando remorso
se você nunca se lembrar de mim
deixe que o anoitecer traga o silêncio em fim
de cada vontade que matei
na brasa do cigarro
estradas, caminhos, passarela de ilusões
de você não quero lembrar do fim
trago apenas um penar e mais flores pro jardim.
Talvez nem deva falar...
Nenhum comentário:
Postar um comentário